Sugestão de leitura: o sempre actual ensaio que se lê Como um Romance do escritor francês Daniel Pennac. É uma obra original, divertida e irónica que aborda questões essenciais das quais dependem afinal o destino do LIVRO e da LEITURA.
Aí temos frases como:
"O verbo ler não suporta o imperativo. É uma aversão que compartilha com outros: o verbo amar... o verbo sonhar..."
“A vida é um perpétuo entrave à leitura.
- Ler? Eu bem gostava, mas sabe... o trabalho, as crianças, a casa, não tenho tempo...
- Nem sabe como o invejo, por ter tempo para ler!”
Para que a leitura seja sempre um prazer não devemos esquecer os seguintes mandamentos:
OS DIREITOS INALIENÁVEIS DO LEITOR:
1-O direito de não ler.
2-O direito de saltar páginas.
3- O direito de não acabar um livro.
4- O direito de reler.
5- O direito de ler não importa o quê.
6- O direito de amar os “heróis” dos romances.
7- O direito de ler não importa onde.
8- O direito de saltar de livro em livro.
9- O direito de ler em voz alta.
10- O direito de não falar do que se leu.Daniel Pennac, Como um Romance, Ed. ASA, 1992.
